Olá !
Até domingo eu coloco o "Panorama da Semana" com notícias Internacionais e esta semana que foi muito produtiva também vou trazer dicas de livros e filmes (que valem a pena e aqueles que você não deve perder seu tempo como eu fiz!) Só estou entrando rapidinho para deixar um comentário, já que estou elaborando um trabalho sobre as FARC, o nível de desaprovação e desconhecimento sobre a guerrilha e gostaria de colocar algumas reflexões: "Ser marxista não é ser terrorista! O que deve ser questionado no caso da violência usada pelas FARC é: Os fins justificam tais meios? Defender uma causa, embora para isso se use métodos pouco convencionais em nome de uma causa maior não deve ser considerado terrorismo. É repugnante pensar nisso. Se, lutar a favor de igualdade, de justiça social, embora alguns tenham que pagar um preço por isso for considerado terrorismo, então, lutar a favor do capitalismo e da ideologia imperialista dos Estados Unidos (lembre-se das vítimas da guerra do Iraque e de outras "guerras indiretas"), também deveria ser considerado terrorismo. Na luta pelo socialismo é inadmissível que se façam vítimas e na luta pelo capitalismo, elas são somente "mais vítimas do sistema"... Contraditório, não é mesmo?
Nova Ordem Mundial
Nova Ordem Mundial, do Angeli
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Panorama da Semana
Um olhar sobre os acontecimentos internacionais
A semana de 7 à 13 de janeiro de 2008 foi marcada por três acontecimentos principais no campo internacional: manifestações da oposição no Quênia, eleições americanas e ascenção do candidato democrata dos Estados Unidos Barack Obama e a libertação de duas reféns das FARCs, através da intermediação do presidente venezuelano Hugo Chávez.
Quênia – Nairóbi
A semana foi marcada por manifestações e violência promovidas pela oposição, que alega eleições fraudulentas do presidente reeleito Mwai Kibaki. No último dia 6 de janeiro o Presidente Kibaki chegou a fazer a oferta de coalizão, que foi rechaçada pela oposição. De acordo com o jornal “O Globo”, em notícia publicada no último dia 11, o Movimento Democrático Laranja (ODM), liderado pelo oposicionista Raila Odinga, defendeu a imposição de sanções internacionais contra o governo de Kibaki.
Desde o início dos conflitos, o Quênia atraiu a sede de diversas organizações internacionais e representantes da ONU. Inclusive o ex-secretário-geral da ONU e ganaense Kofi Annan estaria propondo uma reunião com um grupo de africanos na tentativa de resolver a crise.
Desde o dia das eleições, 27 de dezembro de 2007, o conflito já atingiu o total de 500 mortos.
Panorama:
Desde 2002, com Kibaki:
Economia cresceu 5% a 7% ao ano.
Exportação de chá e café.
Investimentos em turismo.
Devido à estabilidade, destino de investimentos estrangeiros, referência na região.
Situação atual
Danos à imagem externa, uma das mais estáveis da África.
Desabastecimento, alta de preços, falta de combustíveis.
Afetou o escoamento da produção, cancelados leilões internacionais.
Bolsa de valores fechada.
Cancelados pacotes turísticos.
DETALHE - No Quênia, parentes torcem por Obama
A reportagem publicada pelo Estado de São Paulo, dia 9 de janeiro, trouxe depoimentos dos parentes do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, no Quênia.
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Esta semana, foi publicado na Folha de São Paulo, dia 4 de janeiro, uma declaração suspeita do atual presidente (ditador? Foram eleições democráticas?) do Paquistão, Pervez Musharraf. Ele afirmou que o serviço de segurança do Paquistão não matou a líder da oposição Benazir Bhutto e voltou a acusar extremistas islâmicos ligados a Al Qaeda e baseados na fronteira com o Afeganistão. Essa declaração merece uma investigação maior, afinal, Musharraf conta com o apoio dos EUA e ambos eram contrários à ascenção de Benazir. Concluindo, ambos tinham interesse que ela saísse de campo e conseqüentemente, tinham a Al Qaeda como bode expiatório...
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Eleições nos EUA
Esta semana ocorreram as primeiras prévias para as eleições americanas. Vou fazer aqui uma análise geral, sem considerar casos isolados. Pelo que acompanhei nos jornais, foi um tanto surpreendente a ascenção do candidato democrata à presidência Barack Obama, negro e de origem africana e muçulmana. Acho que a mídia não contava com isso, mas ele tem despontado como preferência dos eleitores americanos. Também esperávamos que a própria Hillary tivesse um desempenho melhor. Mas, sinceramente, acho que ele não ganha. Nem ele, nem a Hillary. O eleitor americano ainda é muito conservador e não colocaria um presidente negro ou uma mulher na Casa Branca. Não sei, vamos ver. Uma coisa é certa: as pesquisas têm demonstrado uma preferência pelos candidatos democratas.
Em relação aos temas discutidos pelos candidatos, o início das campanhas foi focado, principalmente, na guerra do Iraque e a maioria deles demonstrou ser contra. Mas o que foi percebido foi uma preocupação dos americanos mais com a política interna, principalmente em relação a uma provável recessão ocasionada pelo mercado de crédito imobiliário. Após esta constatação, os candidatos têm direcionado seus discursos neste sentido.
As eleições americanas prometem ser um dos principais eventos do cenário internacional do ano de 2008. Afinal, os EUA são um país imperialista, capaz de interferir ativamente nos rumos das relações internacionais e na política interna de outros países, inclusive subjulgando organismos internacionais como a ONU e isso é um perigo. Quem sabe, se nas duas últimas eleições o presidente Bush não tivesse vencido, milhares de iraquianos e soldados americanos poderiam não ter sido mortos... Ou talvez o protocolo de Kyoto teria sido assinado e os problemas ambientais tomariam outro rumo. São somente suposições e como isso aqui é um blog pessoal, me considero no direito de fazer suposições, não quer dizer que estou certa, mas que no momento atual de minhas pesquisas é nisso que acredito. Entretanto, ainda estou “afinando” minhas opiniões... Gostaria que a mídia fosse mais incisiva em questionar as propostas para a política externa dos canditatos, não somente em relação ao Iraque, mas também nas políticas de imigração. Algo que ficou nítido, foi um caráter mais flexível dos democratas incentivando a legalização de imigrantes e promoção da inserção deles na sociedade americana e o caráter mais rígido e conservador dos republicanos, propondo a construção de muros e o estabelecimento de políticas mais restritivas.
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Mas sem dúvida a principal notícia desta semana foi a libertação pelas FARCs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) das reféns Consuelo Gonzalez e Clara Rojas, mantidas presas por seis anos na selva colombiana. Os detalhes desta prisão não preciso mencionar aqui já que todos os jornais estão falando. Mas em breve, assim que concluir minhas pesquisas, coloco um post aqui sobre alguns tópicos interessantes destes acontecimentos que ainda estou tentando entender.
Qual o significado do intermédio do presidente Chávez nesta negociação? (Significado oficial e real). Inclusive a primeira ligação feita pelas reféns ao serem libertadas não foi para o presidente de seu país nem para suas famílias, foi para o presidente Chávez.
O presidente Chávez deu a seguinte declaração: “As FARCs não deviam serem consideradas uma organização terrorista”.
Sendo assim, lanço algumas questões:
A – O que é ou deve ser considerada uma organização terrorista?
B – Sendo assim, as FARCs devem ser consideradas um organização terrorista?
C – Como o Chávez sustenta essa declaração?
Um olhar sobre os acontecimentos internacionais
A semana de 7 à 13 de janeiro de 2008 foi marcada por três acontecimentos principais no campo internacional: manifestações da oposição no Quênia, eleições americanas e ascenção do candidato democrata dos Estados Unidos Barack Obama e a libertação de duas reféns das FARCs, através da intermediação do presidente venezuelano Hugo Chávez.
Quênia – Nairóbi
A semana foi marcada por manifestações e violência promovidas pela oposição, que alega eleições fraudulentas do presidente reeleito Mwai Kibaki. No último dia 6 de janeiro o Presidente Kibaki chegou a fazer a oferta de coalizão, que foi rechaçada pela oposição. De acordo com o jornal “O Globo”, em notícia publicada no último dia 11, o Movimento Democrático Laranja (ODM), liderado pelo oposicionista Raila Odinga, defendeu a imposição de sanções internacionais contra o governo de Kibaki.
Desde o início dos conflitos, o Quênia atraiu a sede de diversas organizações internacionais e representantes da ONU. Inclusive o ex-secretário-geral da ONU e ganaense Kofi Annan estaria propondo uma reunião com um grupo de africanos na tentativa de resolver a crise.
Desde o dia das eleições, 27 de dezembro de 2007, o conflito já atingiu o total de 500 mortos.
Panorama:
Desde 2002, com Kibaki:
Economia cresceu 5% a 7% ao ano.
Exportação de chá e café.
Investimentos em turismo.
Devido à estabilidade, destino de investimentos estrangeiros, referência na região.
Situação atual
Danos à imagem externa, uma das mais estáveis da África.
Desabastecimento, alta de preços, falta de combustíveis.
Afetou o escoamento da produção, cancelados leilões internacionais.
Bolsa de valores fechada.
Cancelados pacotes turísticos.
DETALHE - No Quênia, parentes torcem por Obama
A reportagem publicada pelo Estado de São Paulo, dia 9 de janeiro, trouxe depoimentos dos parentes do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, no Quênia.
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Esta semana, foi publicado na Folha de São Paulo, dia 4 de janeiro, uma declaração suspeita do atual presidente (ditador? Foram eleições democráticas?) do Paquistão, Pervez Musharraf. Ele afirmou que o serviço de segurança do Paquistão não matou a líder da oposição Benazir Bhutto e voltou a acusar extremistas islâmicos ligados a Al Qaeda e baseados na fronteira com o Afeganistão. Essa declaração merece uma investigação maior, afinal, Musharraf conta com o apoio dos EUA e ambos eram contrários à ascenção de Benazir. Concluindo, ambos tinham interesse que ela saísse de campo e conseqüentemente, tinham a Al Qaeda como bode expiatório...
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Eleições nos EUA
Esta semana ocorreram as primeiras prévias para as eleições americanas. Vou fazer aqui uma análise geral, sem considerar casos isolados. Pelo que acompanhei nos jornais, foi um tanto surpreendente a ascenção do candidato democrata à presidência Barack Obama, negro e de origem africana e muçulmana. Acho que a mídia não contava com isso, mas ele tem despontado como preferência dos eleitores americanos. Também esperávamos que a própria Hillary tivesse um desempenho melhor. Mas, sinceramente, acho que ele não ganha. Nem ele, nem a Hillary. O eleitor americano ainda é muito conservador e não colocaria um presidente negro ou uma mulher na Casa Branca. Não sei, vamos ver. Uma coisa é certa: as pesquisas têm demonstrado uma preferência pelos candidatos democratas.
Em relação aos temas discutidos pelos candidatos, o início das campanhas foi focado, principalmente, na guerra do Iraque e a maioria deles demonstrou ser contra. Mas o que foi percebido foi uma preocupação dos americanos mais com a política interna, principalmente em relação a uma provável recessão ocasionada pelo mercado de crédito imobiliário. Após esta constatação, os candidatos têm direcionado seus discursos neste sentido.
As eleições americanas prometem ser um dos principais eventos do cenário internacional do ano de 2008. Afinal, os EUA são um país imperialista, capaz de interferir ativamente nos rumos das relações internacionais e na política interna de outros países, inclusive subjulgando organismos internacionais como a ONU e isso é um perigo. Quem sabe, se nas duas últimas eleições o presidente Bush não tivesse vencido, milhares de iraquianos e soldados americanos poderiam não ter sido mortos... Ou talvez o protocolo de Kyoto teria sido assinado e os problemas ambientais tomariam outro rumo. São somente suposições e como isso aqui é um blog pessoal, me considero no direito de fazer suposições, não quer dizer que estou certa, mas que no momento atual de minhas pesquisas é nisso que acredito. Entretanto, ainda estou “afinando” minhas opiniões... Gostaria que a mídia fosse mais incisiva em questionar as propostas para a política externa dos canditatos, não somente em relação ao Iraque, mas também nas políticas de imigração. Algo que ficou nítido, foi um caráter mais flexível dos democratas incentivando a legalização de imigrantes e promoção da inserção deles na sociedade americana e o caráter mais rígido e conservador dos republicanos, propondo a construção de muros e o estabelecimento de políticas mais restritivas.
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Mas sem dúvida a principal notícia desta semana foi a libertação pelas FARCs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) das reféns Consuelo Gonzalez e Clara Rojas, mantidas presas por seis anos na selva colombiana. Os detalhes desta prisão não preciso mencionar aqui já que todos os jornais estão falando. Mas em breve, assim que concluir minhas pesquisas, coloco um post aqui sobre alguns tópicos interessantes destes acontecimentos que ainda estou tentando entender.
Qual o significado do intermédio do presidente Chávez nesta negociação? (Significado oficial e real). Inclusive a primeira ligação feita pelas reféns ao serem libertadas não foi para o presidente de seu país nem para suas famílias, foi para o presidente Chávez.
O presidente Chávez deu a seguinte declaração: “As FARCs não deviam serem consideradas uma organização terrorista”.
Sendo assim, lanço algumas questões:
A – O que é ou deve ser considerada uma organização terrorista?
B – Sendo assim, as FARCs devem ser consideradas um organização terrorista?
C – Como o Chávez sustenta essa declaração?
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Suicídio do Poema
O poema não tem nexo
começa a duras penas
no quarto escuro
no olho fechado
na chuva molhada
no vazio do nada.
O poema caminha
caminha... Pero Vaz?
Caminha?
salta letras e palavras
pula parágrafos
rebola entre os parênteses e as aspas
e implora
mais uma vez
para não morrer esquecido no verso da página.
Os versos contradizem
dizem, depõem e cospem nas palavras medíocres.
As palavras se afogam no mar das rimas
cismam que rimam
e que se entendem
mas no fundo, no fundo do mar
as palavras sobrevivem, brincam...
brincam e sorriem
e mais uma vez se afogam.
O poema morre na esquina
espichado, bêbado, suado e fedido
o poema fede
seu odor exala - o crime não compensa
não há cachaça que cure
a bebedeira do poema.
O poema não tem alma
é carne dura, crua, fétida
sangue coagulado
ossos de ferro
coração de gelo.
Observação: escrevi este poema (de péssimo gosto por sinal) há alguns anos. Gostaria de esclarecer que hoje não penso mais assim sobre o poema. Meus sentimentos e minha percepção mudaram muito sobre poemas. Hoje, tenho muita ternura e gratidão a eles. Escrevi este poema quando estava vivendo uma fase meio pessimista da minha vida. Mas passou. Espero que ninguém se sinta ofendido.
começa a duras penas
no quarto escuro
no olho fechado
na chuva molhada
no vazio do nada.
O poema caminha
caminha... Pero Vaz?
Caminha?
salta letras e palavras
pula parágrafos
rebola entre os parênteses e as aspas
e implora
mais uma vez
para não morrer esquecido no verso da página.
Os versos contradizem
dizem, depõem e cospem nas palavras medíocres.
As palavras se afogam no mar das rimas
cismam que rimam
e que se entendem
mas no fundo, no fundo do mar
as palavras sobrevivem, brincam...
brincam e sorriem
e mais uma vez se afogam.
O poema morre na esquina
espichado, bêbado, suado e fedido
o poema fede
seu odor exala - o crime não compensa
não há cachaça que cure
a bebedeira do poema.
O poema não tem alma
é carne dura, crua, fétida
sangue coagulado
ossos de ferro
coração de gelo.
Observação: escrevi este poema (de péssimo gosto por sinal) há alguns anos. Gostaria de esclarecer que hoje não penso mais assim sobre o poema. Meus sentimentos e minha percepção mudaram muito sobre poemas. Hoje, tenho muita ternura e gratidão a eles. Escrevi este poema quando estava vivendo uma fase meio pessimista da minha vida. Mas passou. Espero que ninguém se sinta ofendido.
Povo da Terra
Especiarias em um mercado
Mulheres sofridas com os olhos fundos cabelos escorridos negros
O sol queima os pés daquela gente
Um ônibus de músicos peruanos se aproxima tocando gaita, bandolim
Aquela gente se aproxima
Quem é aquela gente?
Quem é aquele povo?
Quem somos nós?
Mais uma vez, cheiro de tempero, pimenta
vestidos e véus balançam ao som da música
De cima o sultão observa a cena perplexo
Cores, sabores, cheiros. Uma força que estremece.
Chega um carregamento de chá
A índia e a diversidade oriental
Vacas na rua.
Que Jesus Cristo, Allah tenham piedade de nós.
Amém
Mulheres sofridas com os olhos fundos cabelos escorridos negros
O sol queima os pés daquela gente
Um ônibus de músicos peruanos se aproxima tocando gaita, bandolim
Aquela gente se aproxima
Quem é aquela gente?
Quem é aquele povo?
Quem somos nós?
Mais uma vez, cheiro de tempero, pimenta
vestidos e véus balançam ao som da música
De cima o sultão observa a cena perplexo
Cores, sabores, cheiros. Uma força que estremece.
Chega um carregamento de chá
A índia e a diversidade oriental
Vacas na rua.
Que Jesus Cristo, Allah tenham piedade de nós.
Amém
O tempo passa, voando, chorando, sorrindo ou cantando, tente escutar o tempo, cheirar e sentir o tempo. E a melodia virá com o vento.
Olá! Há algum tempo estou tentando arranjar tempo para registrar algumas coisas que escrevo em um blog. Mas sabem como é o tempo, ele passa, passa e quando nos damos conta... passou. Mas de hoje, não passa, pensei, mesmo que, ao passá-lo (o tempo) pensando, quando pensei, passou voando. E aqui fiquei.
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